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Homilia - Missa de Sétimo dia de D. António Francisco

SÉTIMO DIA

DOM ANTÓNIO FRANCISCO

2017.09.18

1 – “Convido todo o cristão em qualquer lugar e situação em que se encontre, a renovar hoje mesmo o seu encontro pessoal com Jesus Cristo ou, pelo menos, a tomar a decisão de se deixar encontrar por Ele, de O procurar no dia a dia sem cessar” (EG nº 3)

É assim que o nosso papa Francisco transforma em convite dirigido a todo o cristão, o desafio da Nova Evangelização de São João Paulo II, e a palavra de Bento XVI, “que não me cansarei de repetir”, diz S Santidade: “no início do ser cristão não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento com uma pessoa que dá à vida um novo horizonte, e, desta forma, um rumo decisivo” (DCE nº 1).

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As bem-aventuranças, programa de vida de D. António Francisco

As bem-aventuranças, programa de vida de D. António Francisco

Estamos aqui reunidos nesta tarde e na nossa Sé de Aveiro para fazermos memória do Senhor D. António Francisco dos Santos, bispo de Aveiro entre 8 de dezembro de 2006 e 21 de fevereiro de 2013 e agradecemos a sua vida de crente e pastor da Igreja de Jesus.

Escolhemos propositadamente o texto das bem-aventuranças por sabermos quanto lhe era querida esta cena do Evangelho e quanto ela moldou a sua vida de sacerdote e de bispo nas comunidades a que foi chamado a servir.

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Morreu um amigo - Carta aberta a D. António, bispo do Porto

Caro D. António, percorro as nossas memórias e pela primeira vez deixas-me mal. Dizemos que és um homem bom. É verdade. Pura verdade. Mas é pouco. Entre pensamentos comovidos, surgiu-me um que me rasgou o sorriso e que faz justiça à tua bondade e ao teu modo de ser pastor. O Papa Francisco diz-nos que quer que sejamos pastores com odor a ovelhas. Pois deixa-me dizer-te: da próxima vez que estiver com o Papa Francisco dir-lhe-ei que conheci um bispo que deixou as ovelhas com odor a pastor.

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D. António Francisco dos Santos, um grande pastor da Igreja

A morte súbita de D. António Francisco dos Santos dói-me particularmente. Éramos amigos há muito, nascemos no mesmo ano, trabalhámos os dois em seminários, ele em Lamego e eu em Lisboa, fomos bispos em mais do que uma diocese e sucessivamente numa delas - o Porto. Percursos tão próximos aproximaram-nos na vida e agora também na morte, ainda que eu por cá continue.

Conversámos muitas vezes e sobre muita coisa, sobretudo da vida da Igreja, do serviço sacerdotal e episcopal, de temas do país e do mundo. A afinidade foi grande, como continua a ser. É a partir dela que digo o que se segue:

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D. José Ornelas lembra presença amiga e dedicação pastoral de D. António Francisco

Quem conheceu o D. António sabe bem avaliar a perda que a sua inesperada partida significa no panorama da Diocese do Porto, da Igreja e do país. A sua presença amiga e sensível, a sua visão clara e iluminada, a sua dedicação pastoral inspirada pelo Evangelho, permanecem na nossa memória e continuarão e inspirar uma postura de dignidade e de coerência humana e cristã.

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Mensagem de D. António Couto sobre o falecimento de D. António Francisco dos Santos, Bispo do Porto

NA ENTRADA NA CASA DO PAI DO MEU IRMÃO NO EPISCOPADO E ILUSTRE FILHO DA NOSSA DIOCESE DE LAMEGO, D. ANTÓNIO FRANCISCO DOS SANTOS

1. «Não fostes vós que me escolhestes; fui Eu que vos escolhi a vós» (Jo 15,16). Sim, escolhidos desde antes do seio materno (Jr 1,5), desde antes da criação do mundo (Ef 1,4). E acrescentemos, sempre guiados pela Escritura Santa, aberta e lida, desde sempre escolhidos, amados, predestinados, agraciados, redimidos, mortos, sepultados, ressuscitados, vivificados, glorificados (cf. Rm 6,1-11; Cl 2,12-13), para sermos «filhos no Filho», filiação divina (hyiothesía) por graça recebida (cf. Rm 8,15-16; Gl 4,5; Ef 1,5; Gaudium et spes, n.º 22), feitos semelhantes a Deus e vendo-o como Ele é (cf. 1 Jo 3,1-2), que constitui o verdadeiro cume da vida dos filhos de Deus, em sentido muito explícito, denso e misterioso. De maior e de mais belo, não há nada. A nossa maneira de viver e de fazer não é o corolário da visão de Deus; é a própria visão de Deus. A ética é uma ótica.

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No coração de Cristo, o nosso Bom Pastor

 

Homilia na Missa exequial de D. António Francisco dos Santos, Bispo do Porto


Irmãos caríssimos

Surpreendido ainda pelo súbito falecimento do Senhor D. António Francisco dos Santos, Bispo do Porto, nosso irmão e amigo, correspondo à indicação que me foi feita para presidir a esta Santa Missa Exequial.

Com simplicidade e emoção o faço. Longos anos de amizade, a coincidência de idade e de percurso eclesial, tudo me aproximou do Senhor D. António Francisco, em muitos encontros institucionais e pessoais, projetos e desafios das nossas missões e tarefas. Sempre nele encontrei disponibilidade e competência, além da muita estima recíproca.

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D. António Francisco dos Santos fala sobre o padre Joaquim Cunha, sacerdote mais idoso de Portugal

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Formato ICS (Google, Outlook, iCal, ...)
2017-08-21 15:07:09
Decreto Sobre as Virtudes do Servo de Deus ANTÓNIO JOSÉ DE SOUSA BARROSO Bispo do Porto e Missionário
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