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Homilia na Peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora da Assunção – Santo Tirso

1.O caminho de peregrinos que nos trouxe das nossas casas e paróquias a este santuário no alto do Monte Córdova, em pleno tempo de verão, a meio do mês de agosto, diz-nos como é bom e belo estarmos aqui!

Este é um lugar de horizontes amplos onde o nosso olhar abarca a cidade e o concelho de Santo Tirso e o nosso coração abraça as suas gentes e acolhe os seus sonhos.

Trazemos connosco orações e preces, promessas a cumprir e gestos de gratidão a entregar no coração da Mãe de Jesus e nossa Mãe. Esta é a casa da Mãe, a Senhora da Assunção, de quem este santuário recebe o nome, o sentido e a missão. Sede bem vindos!

Foi graças aos méritos da redenção de Jesus Cristo, seu Filho, que Maria foi isenta de pecado. Nesta beleza transfigurada da Imaculada Conceição realça-se e anuncia-se a imagem da nova Humanidade, redimida e salva por Jesus Cristo. Em Maria, escolhida por Deus para ser a Mãe de Jesus, revela-se e afirma-se a nossa dignidade de homens e mulheres, salvos pela graça divina que nos permite construir o desígnio feliz da Humanidade.

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Homilia na Dedicação da Igreja de Vila Verde e Homenagem a D. João Miranda

1.Exultemos de alegria no Senhor, ao celebrar a Eucaristia nesta Igreja de S. Mamede de Vila Verde, como desde 1220, a primeira data conhecida, tantas vezes o fizeram os nossos antepassados.

A família cristã desta Comunidade e com ela toda a Vigararia de Felgueiras e a Igreja do Porto por inteiro estão em festa. Vemos agora restaurada esta Igreja românica, bela, sóbria e digna. Saúdo e agradeço a quantos deram voz e resposta ao desejo de todos nós para que esta jóia do românico, valor maior do património religioso da nossa terra, fosse recuperada e devolvida à sua missão primeira, como templo sagrado para o serviço da Comunidade.

Junta-se a esta alegria uma outra razão do nosso júbilo: queremos saudar e felicitar o senhor D. João Miranda Teixeira, Bispo Auxiliar Emérito do Porto, que aqui nasceu no dia 1 de dezembro de 1935, e que hoje é oficialmente homenageado pela Câmara Municipal de Felgueiras, que lhe atribui a Medalha de Mérito Municipal, Grau Ouro, e o declara Cidadão Honorário do Município.

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Homilia na Festa do Senhor Bom Jesus Milagroso - Açores

1. A celebração da festa do Senhor Bom Jesus Milagroso, vivida ao longo dos dias do novenário, centra-se agora na Eucaristia e na solene procissão que se lhe segue, e convida-nos a contemplar demorada e serenamente no rosto do Senhor Bom Jesus o mistério da nossa redenção.

Quando voltamos o nosso olhar para o Senhor Bom Jesus vemos ali um homem desprezado, condenado à morte, vítima inocente de um julgamento injusto.

«Eis o Homem!» (Jo 19,5). Com esta dolorosa imagem e sofrida apresentação, Pilatos manifesta-se sensível à crueldade do sofrimento de Jesus e procura demover a multidão. Mas não consegue!

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Homilia da Vigília da Festa do Senhor Bom Jesus Milagroso – Açores

1.Vivemos neste Santuário de S. Mateus do Pico, ao longo de nove dias, ao ritmo das palavras de Nossa Senhora nas Bodas de Caná: «Fazei o que Ele vos disser» (Jo 2, 5). Fizemos assim, retomando uma antiquíssima tradição, um belo exercício espiritual de preparação da festa do Senhor Bom Jesus Milagroso.

Fomos convidados logo no primeiro dia deste novenário a fazermos da nossa vida «um reino de misericórdia e de bondade». É este um renovado desafio que hoje quero retomar, respaldado no lema escolhido para este novenário.

Saúdo o senhor D. João Lavrador. Bispo de Angra, irmão dedicado e servidor generoso desta Igreja dos Açores, como o fora já anteriormente da Igreja de Coimbra e da Igreja do Porto. Saúdo o Padre Marco Paulo de Matos Martinho, Pároco desta Vila de S. Mateus, Ouvidor da Ouvidoria de Madalena do Pico e Reitor deste Santuário do Senhor Bom Jesus. Agradeço a um e outro a amabilidade insistente do seu convite e o testemunho fraterno da sua amizade.

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Nomeações 2017

Para o serviço do Povo de Deus

Na mensagem aos participantes na Plenária da Congregação para o Clero, em Roma, no passado dia 1 de junho, o Papa Francisco fala-nos do percurso de formação e das exigências do ministério ordenado como «um percurso fascinante e ao mesmo tempo exigente».

É no quadro deste fascínio que o discípulo do Senhor conhece o seu Mestre e responde livremente ao Seu apelo: “Vem e segue-me” (Jo 1,43).

É igualmente no contexto desta fidelidade ao chamamento divino e deste seu primeiro sim dado com generosidade que o mesmo discípulo do Senhor, membro da Igreja pelo baptismo ou entregue por inteiro ao seu serviço no ministério ordenado, se torna disponível para a missão.

Os discípulos de hoje vivem como os de sempre: entre o entusiasmo dos primeiros sonhos e a preocupação diante dos acrescidos trabalhos apostólicos.

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Uma bênção de Deus e um serviço à Igreja

Publicamos junto o Decreto sobre as Virtudes do Servo de Deus D. António José de Sousa Barroso, Bispo do Porto e Missionário, seguido de um texto de Monsenhor Arnaldo Pinto Cardoso, Postulador da Causa de Canonização.

A Declaração das Virtudes Heróicas de D. António Barroso constitui um passo determinante no caminho rumo à sua beatificação e canonização.

O texto do Decreto da Congregação para as Causas dos Santos oferece-nos, em breve síntese, um belíssimo testemunho de santidade de D. António Barroso, que mereceu o reconhecimento da Igreja e a aprovação dada pelo Papa Francisco à declaração pública das suas virtudes heróicas.

Esta é a hora de agradecermos a Deus a bênção que nos concedeu com a vida e pelo ministério episcopal de D. António Barroso, concretamente no serviço da Igreja do Porto, depois de um longo percurso pastoral que o levou a Angola, a Moçambique e a Meliapor, na Índia.

Esta é a hora de continuarmos a trabalhar e a rezar pela canonização de D. António Barroso, proclamando com as mesmas palavras do Salmo 34 que iniciam o texto do Decreto das suas Virtudes Heróicas: “Em todo o tempo bendirei o Senhor; o seu louvor estará sempre nos meus lábios. A minha alma gloria-se no Senhor. Que os humildes saibam e se alegrem”.

Porto, 25 de julho, festa de S. Tiago, apóstolo, 2017

+ António, Bispo do Porto

Anexos:
Fazer download deste arquivo (DECRETO_Declaracao_das_Virtudes_Heroicas_de_D_Antonio_Barroso.pdf)DECRETO
 Decreto Sobre as Virtudes do Servo de Deus ANTÓNIO JOSÉ DE SOUSA BARROSO Bispo do Porto e Missionário
 
Plano Diocesano de Pastoral: «Movidos pelo Amor de Deus»

 

1. A reflexão de S. Paulo (2 Cor 5,14), que inspira este terceiro ano do Plano Pastoral, resume e marca quanto se amplia e sugere nas páginas seguintes. A tradução latina do texto de Coríntios (Charitas enim Christi urget nos) pode ajudar a sublinhar ainda mais, não a precipitação, mas a indispensabilidade deste amor, num agora permanente.

Radicados em Deus, descobrimos o próximo; no encontro com o próximo abraçamos Deus (cf. Mt 25,31ss). O Papa emérito Bento XVI, na Encíclica Deus é amor, diz-nos que “o amor ao próximo (…) consiste precisamente no facto de que eu amo, em Deus e com Deus, a pessoa que não me agrada ou que nem sequer conheço. Isso só é possível a partir do encontro íntimo com Deus, um encontro que se tornou comunhão de vontade, chegando mesmo a tocar o sentimento” (DCE, 18).

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D. António Francisco dos Santos fala sobre o padre Joaquim Cunha, sacerdote mais idoso de Portugal

Decreto Sobre as Virtudes do Servo de Deus ANTÓNIO JOSÉ DE SOUSA BARROSO Bispo do Porto e Missionário
2017-07-25 11:34:15
Texto
2017-07-20 17:35:49
Word
2017-07-20 17:35:10
Powerpoint + PDF
2017-07-11 14:08:03
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