MOVIDOS PELA ESTRELA

QUE BRILHA NO AMOR!

 

 

«Crescerá assim, no Porto, “uma Igreja bela, verdadeira casa de família, sensível, fraterna, acolhedora e sempre a caminho, mãe comovida com as dores e alegrias dos seus filhos e filhas, cada vez menos em casa, cada vez mais fora de casa, a quem deve fazer chegar e saber envolver na mais simples e comovente notícia do amor de Deus”. Como disse, de modo extraordinariamente belo e sucinto o Papa Francisco, em Fátima: “o rosto jovem e belo da Igreja, que brilha quando é missionária, acolhedora, livre, fiel, pobre de meios e rica no amor”».

 

    Dom António Francisco,

Homilia na Missa da Peregrinação Diocesana a Fátima,

9.9.2017

 

 

FAZER BRILHAR A ESTRELA DO AMOR

NA CASA DA IGREJA E DA FAMÍLIA

 

 

Na Homilia programática da Peregrinação Diocesana a Fátima, Dom António Francisco respigou do nosso Plano Diocesano de Pastoral 2017/2018 (pp. 6 e 45) duas citações: a primeira, sobre a Igreja como Casa de Família, é um excerto da Carta Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa, Para o rosto missionário da Igreja em Portugal, 2010, n.º 8, e a segunda retoma a conclusão da Homilia do Papa Francisco em Fátima, no passado dia 13 de maio de 2017, em que se enunciam seis características de uma Igreja que brilha “quando é missionária, acolhedora, livre, fiel, pobre de meios e rica no amor”. Uma Casa de família e o rosto de uma Igreja que brilha são duas imagens que podemos associar, na sua exemplaridade e concretude, à Casa e à Estrela do Presépio de Belém, meta da nossa caminhada.

 

E, na combinação destes dois textos complementares, Dom António Francisco desenhou e projetou, da esplanada do Santuário para a imensa multidão que o escutava, a imagem ideal dessa Igreja que ele sonhava e se propunha ajudar a edificar na sua amada Diocese.

 

Inspirados neste seu testamento pastoral, desenhado nas belas imagens da casa de família e do rosto da Igreja que brilha, pensamos toda esta caminhada diocesana. É nossa ideia e propósito fundamental fazer brilhar a Estrela do Amor na Igreja (a grande família), na família (Igreja doméstica), e nas comunidades cristãs, chamadas a crescer como família de famílias (cf. Bento XVI, Discurso, 22.9.2006).

 

Para esta caminhada, precisaremos de calçar os sapatinhos de Natal, para deixar uma “marca” (uma pegada) em cada passo dado.  Na verdade, “a comunidade evangelizadora celebra e festeja cada passo em frente na evangelização” (Evangelii Gaudium, n.º 24).

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Apresentação completa da Caminhada

Para mais informações visite o site da Diocese do Porto

www.diocese-porto.pt