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Apresentação completa da Caminhada

O Presépio és tu!

 

 

O Natal és tu,

quando decides nascer de novo em cada dia

e deixar Deus entrar na tua alma.

 

A árvore de Natal és tu,

quando resistes fortemente

aos ventos e dificuldades da vida.

 

As decorações de Natal és tu,

quando as tuas virtudes são as cores

que embelezam a tua vida.

 

O sino de Natal és tu,

quando chamas, envolves e convidas,

congregas e procuras unir.

 

És também a luz de Natal,

quando iluminas com a tua vida

o caminho dos outros

com a bondade, a paciência,

a alegria e a generosidade.

 

Os anjos de Natal és tu,

quando cantas para o mundo

uma mensagem de paz, justiça e amor.

 

A estrela de Natal és tu,

quando levas alguém

ao encontro com o Senhor.

 

És também os reis magos,

quando dás o melhor que tens

sem teres em conta a quem o dás.

 

O presente de Natal és tu,

quando és um verdadeiro amigo

e irmão de todos os seres humanos.

 

Os cânticos de Natal és tu,

quando conquistas e irradias

a harmonia dentro de ti.

 

Os votos de Natal és tu,

quando perdoas e restabeleces a paz,

mesmo quando sofres por isso.

 

A Ceia de Natal és tu,

quando sacias com pão e esperança

o pobre que está a teu lado.

 

Tu és a noite de Natal, quando,

humilde e consciente,

recebes no silêncio da noite o Salvador do mundo,

sem ruído nem grandes celebrações;

tu és sorriso da confiança e ternura

na paz interior de um Natal perene

que estabelece o reinado de Deus, dentro de ti.

 

Um bom Natal

a todos os que se assemelham ao Natal.

 

 

PAPA FRANCISCO

 

Bom Natal, Ed. Planeta, Lisboa 2016, pp. 9-11

(adaptado por P. Carlos Alberto Nunes)

 

Símbolo principal

O Presépio, lugar de encontro:

Em casa, na Igreja e na rua!

 

O Presépio e a árvore de Natal são sinais natalícios sempre sugestivos e muito queridos às nossas famílias: eles evocam o Mistério da Encarnação, pelo qual o Filho Unigénito de Deus Se fez homem para nos salvar, e a luz que Jesus trouxe ao mundo, com o Seu nascimento. Por isso, propomos que se faça um Presépio familiar, em casa, na pequenina Igreja, a Igreja doméstica, à semelhança do Presépio comunitário, que construiremos na Igreja, logo na primeira semana do Advento.

 

Mas o Presépio e a árvore comovem o coração de todos, até mesmo daqueles que não creem, porque lhes falam de fraternidade, intimidade e amizade, exortando os homens do nosso tempo a redescobrir a beleza da simplicidade, da partilha e da solidariedade. O Presépio e a árvore de Natal são um convite à unidade, à concórdia e à paz; um convite a dar lugar, na nossa vida pessoal e social, a Deus, que não vem impor o Seu poder com arrogância, mas oferece-nos o seu amor todo-poderoso através da figura frágil de um Menino.

 

Portanto, o Presépio e a árvore transmitem uma mensagem de luz, esperança e amor, a que são sensíveis mesmo os mais distantes da vivência da fé cristã. Por isso, propomos que se faça um Presépio em lugar público, convocando e envolvendo as forças vivas locais, para a sua construção e dinamização. De facto, os valores do cristianismo fecundaram a cultura, a literatura, a música e a arte das nossas terras, e ainda hoje tais valores constituem um património precioso que deve ser conservado e transmitido às gerações futuras, nomeadamente nestas representações do Presépio.

 

Esta iniciativa de propor também um Presépio numa rua, numa encruzilhada, numa praça, permitir-nos-á, segundo o nosso Plano Diocesano de Pastoral, “criar comunidades missionárias que não passem a vida a repetir indefinidamente o que sempre se fez, mas a «fazer» evangelicamente o que há que fazer neste nosso tempo. E, hoje, temos de ser uma Igreja «fora de portas», uma «Igreja na rua». Particularmente as Paróquias: só o são, realmente, se conseguirem prestar atenção à realidade envolvente onde é preciso chegar a Boa Notícia do Evangelho, ou como diz o Papa, quando se tornam «a própria Igreja que vive no meio das casas dos seus filhos e das suas filhas [..] em contacto com as famílias e a vida do povo» (EG 28)” (Dom Manuel Linda, Plano Diocesano de Pastoral 2018/2019, n.º 5).

 

Para mais informações visite o site da Diocese do Porto

www.diocese-porto.pt