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Conselho Diocesano de Pastoral - Síntese dos trabalhos PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Documentos - Textos e Apresentações

9ª Reunião do Conselho Diocesano de Pastoral

Momento de avaliação e de programação


Reuniu o Conselho Diocesano de Pastoral, no dia 27 de Maio de 2017, Casa Diocesana de Vilar, sob a presidência do Bispo do Porto, D. António Francisco dos Santos, com a presença dos seus bispos auxiliares, para fazer a avaliação do percurso do ano pastoral 201672017, programar o próximo e organizar a peregrinação diocesana a Fátima.

Na palavra de abertura, situou D. António a temática do Conselho em três pontos: avaliar, como forma de agradecer e prosseguir o caminho; movidos pelo amor de Deus; com Maria, Senhora de Fátima, Igreja do Porto, peregrina e missionária.

A diocese do Porto continua no seu caminho sinodal, na procura de uma cada vez mais viva comunhão e unidade de missão, que tem na avaliação um elemento decisivo. A presença recente do Papa Francisco em Fátima com os seus silêncios, gestos e palavras foi um momento de graça e de renovação do dinamismo missionário da Igreja em Portugal. Assim, em comunhão como o sucessor de Pedro, serão preparados na nossa diocese o próximo Sínodo dos Bispos, em Outubro de 2018, sob o tema: «Os jovens, a fé e o discernimento vocacional», e o IX Encontro Mundial das Famílias, sob o tema: «O Evangelho da família, alegria para o mundo», contextualizado pela Exortação Apostólica «Amoris Laetitia»; e tidos em conta os desafios da Carta Apostólica «Misericordia et mísera», com particular destaque para o domingo dedicado à Palavra de Deus, para o cuidado do momentos da morte e acompanhamento das famílias em luto e para o Dia Mundial dos Pobres.

«Movidos pelo amor de Deus» será o tema do próximo ano pastoral. O amor de e a Deus e o serviço desinteressado aos irmãos assume-se como o centro da pastoral. Vincar-se-á assim que a evangelização tem uma dimensão social, como tem insistentemente afirmado a Doutrina Social da Igreja.

A peregrinação diocesana a Fátima a 9 de setembro de 2017, dia da dedicação da Catedral, no seguimento da primeira peregrinação da diocese do Porto a Fátima em 1968 e das duas visitas da Imagem da Virgem Peregrina à nossa diocese, visa essencialmente, neste ano do centenário das aparições, colocar sob a proteção da Maria, o novo ano pastoral. Pede-se assim o empenho de motivação das pessoas, mobilização das comunidades e participação de toda a diocese.

Após o intervalo foram apresentadas as conclusões dos trabalhos de grupo. Visto que se constatam muitas dificuldades de comunicação dos membros do Conselho com as pessoas e instituições que aqui representam, merece ser repensada a representatividade e o funcionamento do Conselho Diocesano de Pastoral. As caminhadas diocesanas têm contribuído para o cimentar da comunhão diocesana, embora pareça que o tempo de natal e o tempo pascal não são tão bem aproveitados como o tempo de advento e de quaresma. A linguagem dos textos deve ser mais acessível.

A criação dos Conselhos Paroquiais de Pastoral e dos Conselhos Vicariais de Pastoral, o trabalho a nível vicarial e o acolhimento aos que estão mais afastados da Igreja continuam a ser prioridades pastorais. Deve existir uma maior coordenação entre as várias instâncias de formação da diocese, promovendo talvez uma descentralização dos locais de formação. A reflexão sobre a Doutrina Social da Igreja não deve ser meramente teórica, mas assentar na linguagem do testemunho. Formar os cristãos para o cuidado da casa comum e para o compromisso político é uma igualmente uma prioridade.

A peregrinação a Fátima deve ser antecedida de uma preparação espiritual e deve proporcionar uma apresentação de Francisco de Jacinta como modelos de santidade. Deve também permitir um contacto mais direto dos bispos com todos os diocesanos e descoberta do papel do bispo na dinamização da toda a pastoral diocesana.

Como presidente da Comissão Organizadora da Peregrinação, D. António Augusto Azevedo informou que em breve serão enviadas todas as informações referentes à peregrinação. Aguardou-se este momento para, depois de ouvidas as sugestões do Conselho Presbiteral e do Conselho Diocesano de Pastoral, podermos concretizar as orientações comuns. A chegada ao Santuário será pelas dez horas e a partida pelas dezassete horas. O programa centrar-se-á na celebração da Eucaristia no altar do recinto e na recitação do Terço na Capelinha das Aparições. Cada paróquia, deverá cuidar do transporte, organizar a viagem, fazer a preparação e levar um estandarte que a identifique e que integre o cortejo processional da celebração. Será fornecido a cada participante, um pequeno kit com um guião com propostas de oração para a partida e chegada e com os cânticos e textos de apoio para a Eucaristia e Terço uma dezena, um autocolante, um cachecol. Estão a ser feitas diligências junto do Santuário para a participação em lugar próprio dos acólitos e dos grupos corais.

Na palavra final, o bispo diocesano apontou algumas ideias para o melhoramento do funcionamento do Conselho Diocesano de Pastoral. A criação dos Conselhos Paroquiais e Vicariais de Pastoral serão o meio mais eficaz para a representatividade operativa do Conselho Diocesano de Pastoral. Manifestou a sua alegria pela crescente implantação das diretrizes da planificação diocesana nos vários pontos da diocese, onde já não se «dispensam as propostas diocesanas do plano diocesano de Pastoral e as Caminhadas diocesanas», como foi referido no trabalho dos grupos. Sendo a planificação importante, é bom nunca esquecer que o centro é Palavra de Deus, que nos conduz ao encontro de Cristo e o conhecimento crescente do magistério da Igreja, com realce este ano para a Doutrina Social da Igreja.

Em sintonia com o Sínodo para os jovens a pastoral juvenil deverá proporcionar um despertar da fé dos jovens e um discernimento vocacional, aproveitando as novas tecnologias no anúncio do Evangelho.

A canonização dos pastorinhos Francisco e Jacinta devem assumir-se como momento para a apresentação da beleza da santidade cristã. Urge realçar os tempos de Natal e da Páscoa como momentos de vivência da alegria cristã e de aprofundamento dos mistérios celebrados.

É também necessário apresentar o valor do silêncio, da oração e da contemplação.

Terminou o bispo do Porto afirmando que a peregrinação diocesana a Fátima, no dia da dedicação da Catedral assume-se não como uma meta mas como momento de memória de todos os que nos precederam na fé, como oportunidade de crescimento na consciência diocesana, como marco de anúncio do futuro Sínodo Diocesano e também como espaço abençoado de apresentação de Maria como modelo de crente e como mãe que nos conduz ao Seu Filho, o único Salvador da humanidade. Faz-nos bem ouvir ali e em dia da dedicação da nossa Catedral, igreja-mãe da diocese, de olhos voltados para Maria e de coração aberto à missão na Igreja, a palavra do Papa Francisco: «Temos Mãe!»

Padre Emanuel Brandão

 
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