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Documentos - Notas Pastorais

Anuncio a toda a Diocese que o Papa Francisco aprovou hoje, dia 17 de junho, o decreto que declara as “Virtudes heróicas” de D. António José de Sousa Barroso, Bispo do Porto. Demos graças a Deus!

A Igreja reconhece deste modo oficialmente as Virtudes e o exemplo de vida de ministério e de missão de D. António Barroso.

D. António Barroso nasceu em Remelhe, Barcelos, a 5 de novembro de 1854. Estudou no Seminário das Missões Ultramarinas, em Cernache do Bonjardim e foi ordenado sacerdote em 20 de setembro de 1879.

Partiu no ano seguinte para Angola onde foi missionário desde 1880 a 1891. Nomeado neste ano Bispo-Prelado de Moçambique, aí permaneceu até 1897. Nesse ano, obedecendo a novo mandato da Igreja, parte para o Oriente, como Bispo de Meliapor. A 21 de fevereiro de 1899 foi nomeado Bispo do Porto, tendo entrado na nossa Diocese em agosto desse mesmo ano.

 

Recordado com “um místico de olhos abertos para a realidade”, D. António Barroso soube conjugar sempre a bondade e a coragem, a simplicidade de vida e a ousadia missionária, a proximidade com os sacerdotes e com as comunidades cristãs e a voz profética junto da sociedade civil.

Devemos-lhe muito do que hoje somos no Porto. Se estivermos atentos sentimos as marcas das “Virtudes heróicas” dos seus passos de Pastor gravadas nos caminhos que hoje percorremos. Hoje é, por isso mesmo, um dia feliz e abençoado para todos nós.

Desde o momento da sua morte a 31 de agosto de 1918, sempre a Igreja do Porto percebeu que era desejo de muitos cristãos dar início ao processo de canonização do seu Bispo.

A Diocese do Porto constituiu-se autora da Causa e deu oficialmente início à fase instrutória diocesana por decreto de D. Júlio Tavares Rebimbas a 31 de julho de 1992 e foi concluído na fase diocesana em março de 2015. Decorre agora na Congregação da Causa dos Santos em Roma.

Com esta decisão do Papa Francisco, o processo de canonização de D. António Barroso recebe agora novo e determinante incentivo.

O centenário da morte de D. António Barroso, que vemos celebrar no próximo ano, tem agora novo horizonte e acrescido significado.

Agradeço a todos os que trabalharam e trabalham neste processo de canonização e peço a todos os sacerdotes que comuniquem esta feliz e abençoada notícia a todas as comunidades.

Sei que devemos partilhar e ampliar esta alegria com a Sociedade Missionária da Boa Nova e com as Igrejas de Braga, Angola, Moçambique, Meliapor e Aveiro onde D. António Barroso foi sacerdote e bispo.

Porto, 17 de junho de 2017

António, Bispo do Porto

 
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