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Prémio D. António Francisco dos Santos quer «perpetuar os grandes valores pelos quais este bispo se bateu» PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Galardão envolve várias instituições da cidade

A Irmandade da Torre dos Clérigos, a Santa Casa da Misericórdia do Porto e a Associação Comercial do Porto apresentaram hoje o ‘Prémio D. António Francisco dos Santos’.

Em declarações aos jornalistas, em conferência de imprensa, o atual administrador diocesano do Porto destacou a “justiça” deste projeto, “uma maneira particularmente interessante de homenagear a memória de D. António Francisco dos Santos”, recentemente falecido, e de “perpetuar os grandes valores pelos quais ele se bateu”.

“Antes de tudo foi um homem muito grande, que serviu de base a um grande padre e a um grande bispo”, realçou D. António Taipa.

 

Do lado dos promotores deste novo galardão, o presidente da Irmandade da Torre dos Clérigos, padre Américo Aguiar, expressou o desejo de que o prémio “possa agregar outras instituições da cidade” e servir “de incentivo a que outros e outras possam ser arautos”, no plano nacional e internacional, de temas “tão necessárias e urgentes” como "o diálogo para a paz, os direitos humanos, a dignidade da pessoa humana e o diálogo inter-religioso e ecuménico”.

Áreas que os responsáveis das três instituições destacaram como centrais na ação de D. António Francisco dos Santos, bispo que estava em missão na Diocese do Porto desde 2014, depois de oito anos ao serviço da Diocese de Aveiro.

De acordo com Nuno Botelho, presidente da Associação Comercial do Porto, a criação do prémio já “vinha sendo discutida e trabalhada há meses”, e “homenagear desta forma D. António Francisco dos Santos é algo devido e justo”.

Para aquele responsável, a morte do bispo, no dia 11 de setembro aos 69 anos, deixou o Porto “mais pobre”.

No entanto “a cidade não se esqueceu dele nem do seu legado, nem a forma franca, amiga e leal com que se relacionava com todos”.

O ‘Prémio D. António Francisco dos Santos’ atribui anualmente 75 mil euros “a pessoas ou consórcios de pessoas que possam distinguir-se nas áreas atrás elencadas”.

A intenção é que o exemplo de D. António Francisco dos Santos, do seu “trabalho” e da sua “personalidade”, possa “frutificar nas comunidades” e “servir de motor e alavanca para outros projetos”, disse o provedor da Santa Casa da Misericórdia do Porto.

Para António Tavares, “numa época onde se fala muitas vezes em crise de valores”, a vida e a personalidade de D. António Francisco dos Santos “pode e deve perdurar na comunidade e na memória coletiva do Porto”.

Como símbolo, o galardão tem uma cruz que D. António Francisco “gostava particularmente”, explicou o padre Américo Aguiar.

Trata-se da representação de uma cruz que “tinha sido oferecida” ao bispo quando ainda estava na Diocese de Aveiro, um presente no contexto da “missão jubilar” que decorreu naquele território.

“Será o símbolo maior deste prémio, sem que isso signifique que vamos eliminar pessoas ou candidatos que não confessem a fé cristã católica”, frisou o presidente da Irmandade da Torre dos Clérigos.

Porto, 11 out 2017 (Ecclesia) - HM/JCP

 
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