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Na igreja do Corpo Santo de Massarelos PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Um novo núcleo museológico na cidade do Porto

A Confraria das Almas e do Corpo Santo de Massarelos procedeu, no dia 26 de janeiro de 2018, à inauguração de um novo espaço museológico instalado nas salas anexas da igreja, após a recuperação de vários objetos do seu património (esculturas, pinturas, paramentaria, objetos litúrgicos de materiais nobres e manuscritos) em que sobressai o recentemente restaurado manto oferecido pela Rainha D. Maria I em 1790 àquela instituição, e que tem vindo a ser restaurado. Este é um manto bordado a fio de ouro, de 4,5 me comprimento. A exposição apresenta ainda uma custódia de prata do séc. XVI, um exemplar da “Arte de navegar” (1746), um tríptico de telas do séc. XVII e um presépio da escola Machado de Castro (séc. XVIII).

 

A cidade do Porto passa assim a dispor de um novo espaço de arte sacra, após o Museu da Catedral, o Museu da Irmandade dos Clérigos, o Museu do Seminário Maior do Porto, o Museu da Misericórdia, e o próprio espaço do Paço Episcopal.

O núcleo museológico da Confraria das Almas e do Corpo Santo de Massarelos foi criado com o duplo objetivo de dar a conhecer o seu património, bem como o passado, presente e futuro da Instituição.

A sessão solene realizada naquela igreja na tarde de sexta feira 26 de janeiro, foi presidida pelo Bispo Auxiliar do Porto D. António Augusto Azevedo, e contou com a presença do pároco de Miragaia, P. Renato Poças, do Presidente da Assembleia Municipal do Poro, António Pereira Leite, do mesário da Misericórdia do Porto, Francisco Ribeiro da Silva, do historiador Joel Cleto, designado membro honorário da Confraria, sob a orientação do Provedor, José Carlos Santos Gonçalves, que enquadrou o sentido desta iniciativa: dar vida nova à instituição, preservar e valorizar o seu património e aprofundar as suas raízes históricas e valores culturais.

Nas intervenções havidas, foram estes os aspetos salientados, referindo-se os mais de 660 anos da sua fundação, em tempos do Infante D. Henrique, em 1394, como cumprimento de um voto de marinheiros que estiram em perigo e se salvaram. A atual igreja é datada de finais do século XVIII, em estilo barroco, de uma só nave e com os altares em talha dourada. Entre a primitiva igreja do início do século XVI e a atual, houve outra construção realizada após 1640, por ocasião da restauração da independência de Portugal.

D. António Azevedo salientou nas suas palavras a importância desta associação entre o elemento religioso e da fé dos crentes e a sua expressão artística e cultural, que dá sentido e valoriza a nossa identidade coletiva, congratulando-se com esta valorização do templo e dos seus valores históricos e artísticos, felicitando a Confraria pelo conjunto de iniciativas com tem valorizado o património. O Provedor José Carlos Gonçalves agradeceu aos membros da Confraria e a todos os que têm colaborado, pela sua presença e donativos, na valorização deste espaço religioso e cultural da cidade.

 

Por M. Correia Fernandes

 
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