| 10 de fevereiro: Vigília de Oração do Dia Mundial do Doente |
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| Notícias - Notícias Secretariados |
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No próximo sábado dia 10 de fevereiro pelas 21.30h terá lugar na Igreja de Santo António das Antas, no Porto, uma Vigília de Oração para celebrar o Dia Mundial do Doente. A presidir a este momento de oração estará o Administrador Diocesano do Porto, D. António Taipa. O tema desta vigília de oração será: “A vocação materna da Igreja - como Maria, cuidar os feridos pela vida”.
Recorde-se que o Papa Francisco na sua Mensagem para o XXVI Dia Mundial do Doente, que agora se celebra no dia 11 de fevereiro de 2018, escreve no seu ponto 6: “Jesus deixou, como dom à Igreja, o seu poder de curar: «Estes sinais acompanharão aqueles que acreditarem: (...) hão de impor as mãos aos doentes e eles ficarão curados» (Mc 16, 17.18). Nos Atos dos Apóstolos, lemos a descrição das curas realizadas por Pedro (cf. At 3, 4-8) e por Paulo (cf. At 14, 8-11). Ao dom de Jesus corresponde o dever da Igreja, bem ciente de que deve pousar, sobre os doentes, o mesmo olhar rico de ternura e compaixão do seu Senhor. A pastoral da saúde permanece e sempre permanecerá um dever necessário e essencial, que se há de viver com um ímpeto renovado começando pelas comunidades paroquiais até aos centros de tratamento de excelência. Não podemos esquecer aqui a ternura e a perseverança com que muitas famílias acompanham os seus filhos, pais e parentes, doentes crónicos ou gravemente incapacitados. Os cuidados prestados em família são um testemunho extraordinário de amor pela pessoa humana e devem ser apoiados com o reconhecimento devido e políticas adequadas. Portanto, médicos e enfermeiros, sacerdotes, consagrados e voluntários, familiares e todos aqueles que se empenham no cuidado dos doentes, participam nesta missão eclesial. É uma responsabilidade compartilhada, que enriquece o valor do serviço diário de cada um.” O Secretariado Diocesano da Pastoral da Saúde do Porto a todos convida para esta Vigília de Oração sublinhando ser uma oportunidade para olhar a experiência da fragilidade humana como caminho para Deus, em Igreja. Particularmente convidados são aqueles que, nas paróquias, instituições ou hospitais, exercem qualquer serviço de visita e acompanhamento das pessoas mais fragilizados das comunidades. Incluem-se também pessoas idosas ou fragilizadas e cuidadores. |
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