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Missa na Catedral do Porto no Dia Mundial da Vida Consagrada PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Repropor o Evangelho a uma cultura que esqueceu ou é indiferente a Jesus

Na Festa da Apresentação do Senhor, D. António Augusto Azevedo exortou os consagrados e consagradas a intervirem nos mais variados campos, sobretudo através de um “testemunho pessoal e comunitário de estilos de vida austeros, simples, pobres e sobretudo proféticos”

Na Festa da Apresentação do Senhor, 2 de fevereiro, XXII Dia Mundial da Vida Consagrada, D. António Augusto Azevedo, bispo-auxiliar do Porto, presidiu à Eucaristia na Catedral, e na sua homilia considerou que para o “serviço de evangelização, é indispensável a contribuição e o empenhamento de todas as formas de vida consagrada”. O bispo-auxiliar do Porto convidou os consagrados e consagradas a servirem a Igreja com novo ardor e entusiasmo.

 

D. António Augusto, afirmou que “celebrar e meditar o mistério de Jesus Cristo, Filho consagrado ao Pai, deve significar para todo o batizado uma especial ocasião para tomar consciência da sua própria consagração”, precisamente, no dia em que a Igreja faz memória de “Maria e José” que “cumprindo a tradição, tornaram possível a consagração de seu filho”.

Segundo o bispo-auxiliar do Porto “todo o crente é chamado a olhar para a sua vida como dom sagrado de Deus e a reconhecer como a sua condição de batizado o consagra para uma conformação com Cristo e para o serviço do seu reino” – afirmou.

Recordando a “variedade de formas de que se reveste a vida consagrada”, D. António Augusto assinalou que esta “atesta a ação incessante do Espírito Santo que sempre suscitou homens e mulheres que deixaram a marca de Deus na história e confirma a atração que o seguimento de Jesus suscita em muitos. Cada consagrado e consagrada é sinal de que Deus continua a amar o mundo, é afirmação de que a luz da salvação continua a irradiar, é testemunho de que a história tem também a marca indelével da bondade, da beleza e da santidade que vêm de Deus” – frisou o bispo-auxiliar do Porto.

Numa sociedade de estilos de vida individualistas, os consagrados são chamados a testemunhar a sua vida privilegiando “o lugar da comunidade como espaço de encontro humano e fraterno, de relações familiares, afetuosas e gratificantes; comunidades de serviço e missão, de intensa vida espiritual e litúrgica; comunidades onde se cultiva o diálogo” – disse D. António Augusto que lançou um desafio claro para a “Igreja do nosso tempo”:

“A Igreja do nosso tempo tem diante de si o grande desafio de repropor o Evangelho de Jesus Cristo a uma cultura que, em larga medida, o esqueceu ou lhe é indiferente. Neste serviço de evangelização, é indispensável a contribuição e o empenhamento de todas as formas de vida consagrada” – afirmou.

No final da sua homilia D. António Augusto exortou todos os presentes a regressarem às suas comunidade e famílias religiosas ou de sangue e a continuarem a “crescer na fé num seguimento autêntico de Jesus”.

Por Rui Saraiva

 
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