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Vigararia de Arouca/Vale de Cambra celebra II Dia Vicarial da Liturgia PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Notícias - Notícias Vigararias

São vários e diversos os serviços e ministérios que envolvem a liturgia, quer sejam referentes aos atos, quer aos espaços litúrgicos.

Reunir esses diversos agentes para um encontro formativo foi o objetivo do 2º dia vicarial da liturgia organizado pela assessoria vicarial de Arouca-Vale de Cambra e que teve lugar, este ano, na igreja do Mosteiro de Arouca, na tarde de domingo 28 de janeiro.

 

No momento do acolhimento dos numerosos participantes oriundos das diversas comunidades cristãs desta Vigararia o assessor vicarial da liturgia, P. José Joaquim Ribeiro, referiu a importância dos agentes pastorais ao serviço da liturgia receberem formação para desempenharem dignamente a sua função dentro da liturgia. Terminada a sua breve introdução a esta tarde de formação o assessor vicarial referiu a constituição de 5 grupos, de acordo com os diversos serviços litúrgicos, indicando os respetivos formadores.

Do grupo dos leitores encarregou-se o seminarista estagiário Fábio Freches. Os ministros extraordinários da comunhão e os animadores das assembleias dominicais na ausência do presbítero estiveram a cargo do P. Júlio Dinis.

Os acólitos foram orientados pelo P. Carlos Martins e as zeladoras dos altares, comissões de capelas e sacristães, pelo P. Miranda Carneiro. Os coralistas dos diversos coros das comunidades paroquiais foram, simultaneamente, formados e ensaiados pelo P. José Joaquim Ribeiro.

Esta tarde de formação culminou com a celebração da Eucaristia que foi presidida por D. António Augusto Azevedo, acompanhado por diversos presbíteros e diáconos desta Vigararia.

Na homilia o Bispo auxiliar do Porto congratulou-se com esta iniciativa no sentido de ajudar a viver melhor o espírito da liturgia a todos os seus diversos intervenientes, tendo destacado a importância da Palavra de Deus rezada e cantada na celebração litúrgica.

E referiu que todos são ouvintes dessa Palavra, qualquer que seja a função desempenhada nessa celebração, tendo salientado a necessidade de uma atitude de silêncio, no espaço e no coração, para que a Palavra de Deus se possa transformar em testemunho de vida, de modo a que, através dos diversos serviços, mostremos que somos todos “movidos pelo amor de Deus”.

Dirigido pelo P. José Joaquim o numeroso coro, acompanhado por alguns instrumentos de sopro e percussão da Banda Musical de Arouca, veio dar um especial brilho festivo à celebração litúrgica do IV domingo do Tempo Comum.

Refira-se ainda que, no momento do Ofertório, o coro esteve silencioso para dar destaque à majestosa sonoridade do rei dos instrumentos litúrgicos: o magnífico órgão ibérico do Mosteiro de Arouca datado de 1743. Um momento de arte, beleza e espiritualidade que veio enriquecer a eucaristia com que encerrou este 2º dia vicarial da Liturgia.

(José Cerca )

 
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