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Notícias - Notícias Vigararias

Apresentação pública e início da Visita Pastoral

No passado dia 23 de fevereiro, na paróquia de S. João da Madeira, foi iniciada a Visita Pastoral à Vigararia de S. João da Madeira e Oliveira de Azeméis. O Administrador Diocesano do Porto e os bispos auxiliares encontraram-se com jornalistas de órgãos de informação locais e regionais e estiveram na cerimónia de abertura com as 18 paróquias da Vigararia

Foi no Salão Paroquial de S. João da Madeira, na sexta-feira dia 23 de fevereiro, que teve lugar a apresentação pública e início oficial da Visita Pastoral à Vigararia de S. João da Madeira e Oliveira de Azeméis. Estiveram presentes o Administrador Diocesano do Porto, D. António Taipa, e os bispos auxiliares D. Pio Alves e D. António Augusto Azevedo.


Com os jornalistas

O primeiro momento da noite foi dedicado aos órgãos de informação locais e regionais que se fizeram representar numa conferência de imprensa na qual os senhores bispos se disponibilizaram para responder às perguntas dos jornalistas. Uma iniciativa que estava prevista na programação desenvolvida por D. António Francisco dos Santos, bispo do Porto, para as visitas pastorais. Apresentamos aqui o essencial das intervenções dos três bispos num encontro com os jornalistas que teve como anfitrião o padre Artur Matos Bastos, pároco de Cucujães e vigário da vara.

D. António Taipa, sublinhou a dimensão do “encontro” com os párocos e com as comunidades, de que se reveste a visita pastoral, naquele que é um importante momento de estímulo e de ânimo para as paróquias. Também é um momento significativo para realçar a dimensão de “serviço das comunidades” paroquiais – disse o Administrador Diocesano do Porto.

Em resposta à pergunta de um jornalista, D. António Taipa ressaltou a importância do serviço voluntário desenvolvido pelas comunidades paroquias na “presença” junto dos mais “sós”. Em particular, o Administrador Diocesano salientou o trabalho dos Ministros Extraordinários da Comunhão junto das famílias, nomeadamente, na proximidade e no contacto com os doentes.

Por sua vez, D. Pio Alves, saudou os jornalistas salientando a importância da presença e da proximidade dos órgãos de comunicação social a um acontecimento tão relevante para a vida de uma comunidade, como é a Visita Pastoral. D. Pio Alves colocou em realce que uma Visita Pastoral é um momento para “ressaltar a realidade das paróquias” e que deve ser vivido “com a comunidade local”.

Entretanto, D. António Augusto Azevedo, sublinhou a importância da “presença do pastor” na figura do bispo que visita as comunidades paroquiais indo “ao encontro das populações”. D. António Augusto salientou que numa visita pastoral existe também uma dimensão de contacto com o “dinamismo económico e social” das comunidades.

Já na reta final da conferência de imprensa, D. Pio Alves aproveitou a ocasião e a presença dos jornalistas para dizer que “já faltou mais tempo” para que a diocese do Porto tenha um novo bispo. Uma oportuna nota de esperança para o futuro da diocese que aqui sublinhamos.

Com as comunidades paroquiais

Após a conferência de imprensa, foi dado início oficial à Visita Pastoral com uma “cerimónia de abertura” na qual estiveram presentes representantes das 18 comunidades paroquiais da vigararia, que serão visitadas nos próximos meses.

Proposta em ritmo de oração, nesta cerimónia de abertura da Visita Pastoral foi lido um pequeno texto introdutório onde se afirma que as paróquias que vão ser visitadas querem “receber” os “bispos” para dar um “novo impulso” às suas comunidades. Nessa mesma introdução foi assinalada a intenção de que a Visita Pastoral à Vigararia de S. João da Madeira e Oliveira de Azeméis permita uma maior formação e evangelização das comunidades para que “saiam ao encontro” dos irmãos testemunhando a ”caridade” e a “esperança”.

Na reflexão que propôs no contexto deste momento de oração, D. António Taipa, Administrador Diocesano do Porto, sublinhou que “Deus quis depender de nós” e chama-nos para o seu serviço. Salientou que a Visita Pastoral é uma ocasião para que as comunidades tomem “consciência” do seu “papel” porque “Deus precisa da pobreza do nosso serviço” – assinalou.

Coube a D. António Augusto Azevedo uma intervenção de fundo sobre a Visita Pastoral onde assinalou a importância de viver este acontecimento no espírito de renovação proposto pelo Papa Francisco na sua Exortação Apostólica “A alegria do Evangelho”. Nesse documento, no número 25, o Santo Padre afirma esperar que “todas as comunidade se esforcem por atuar os meios necessários para avançar no caminho duma conversão pastoral e missionária, que não pode deixar as coisas como estão” – recordou D. António Augusto.

Em particular, o bispo auxiliar do Porto, evidenciou que a Visita Pastoral apresenta várias oportunidades, tais como, “acolher os que passam” e “ir ao encontro dos que se afastaram”. Sublinhando ser esta uma boa ocasião para a renovação das estruturas paroquiais, D. António Augusto, salientou a importância dos Conselhos Paroquiais de Pastoral que se devem constituir como um verdadeiro “elemento de comunhão”. Destacou também a importância da participação e contributo dos jovens e das mulheres na Visita Pastoral.

Recorde-se que esta Visita Pastoral está já a decorrer durante esta semana nas seguintes paróquias: Cesar com D. Pio Alves; S. Roque com D. António Augusto Azevedo e Cucujães com D. António Taipa.

A expectativa do pároco de S. João da Madeira

 

A apresentação pública e cerimónia de abertura da Visita Pastoral à Vigararia de S. João da Madeira e Oliveira de Azeméis, teve lugar na Paróquia de S. João da Madeira. A VP aproveitou a ocasião para recolher a expectativa do Padre Álvaro Rocha, pároco de S. João da Madeira, sobre esta Visita Pastoral.

O padre Álvaro, que foi uma das últimas nomeações de D. António Francisco dos Santos, salientou à VP que a Visita Pastoral pode ser uma boa oportunidade para “avaliar o tipo de trabalho” que tem sido desenvolvido e, a partir daí, lançar “um novo impulso” pastoral. Sublinhou ser uma vigararia muito marcada pela “questão laboral”, devido ao ambiente industrial, estando, por isso, previsto um encontro com os empresários no dia 2 de maio.

Assinalando ter sido bem recebido naquela sua nova paróquia, o padre Álvaro recordou ser esta uma vigararia com duas especificidades: a “presença muito significativa de sacerdotes da diocese de Benguela” (Angola) e o facto de ter também um “clero bastante idoso”.

O padre Álvaro Rocha recordou ainda a figura de D. António Francisco dos Santos, afirmando ter pautado o seu tempo no episcopado portucalense pela “presença”, pelo “acompanhamento” e pela “planificação do trabalho pastoral”.

Por Rui Saraiva - VP

 
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