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Juventude. 2ª Caminhada na Fé: de Santo Tirso a Paços de Ferreira PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Notícias - Notícias Secretariados

Os jovens cumpriram mais uma etapa das Caminhadas na Fé. O Secretariado da Pastoral Juvenil da Diocese do Porto enviou o relato desta importante, intensa e significativa atividade que aqui publicamos:

Realizou-se no último sábado dia 19 de maio, a segunda, das quatro caminhadas propostas pelo Secretariado da Pastoral Juvenil do Porto, ás diferentes zonas pastorais. Desta vez foi organizada pelos assessores da Região Norte.

 

Esta caminhada iniciou na Paróquia de Reguenga, Santo Tirso, com uma Vigília de Oração. Sendo noite de Pentecostes, a Vigília teve como tema os 7 dons do Espírito Santo. A Oração conduzia os jovens a um exame de consciência profundo e de busca interior. Procurava-se reconhecer aquilo que em cada um ainda não é Amor: “na relação com Deus”; “na relação com o próximo”; “na relação com cada um”; e “na relação com a “casa comum”. No final da Vigília o coro, vicarial jovem de Santo Tirso, que animou toda a atividade, cantava “Só Deus basta”.

A caminhada, de cerca de 11 km, continuou noite dentro, com o grupo de mais de 200 jovens, grupos de jovens, acólitos, grupo coral, animadores e responsáveis juvenis, animado e entusiasmado.

Ainda na primeira etapa, um primeiro momento, o desafio era responder á pergunta: “O que procurais?”, (Jo 1, 36-38), no percurso até à Igreja de Refojos, todos foram convidados a escrever num papel aquilo que procuram para a vida e de seguida preencher o mural com as respostas. A chegada à Igreja foi feita em silêncio, o ambiente á entrada conduzia a adoração e reflexão. No final deste segundo momento, todos entregaram o coração a Jesus, de forma simbólica, com corações vermelhos de papel.

Na segunda etapa, da Igreja de Refojos até Valinhas, o percurso era marcado por algumas imagens iluminadas: refugiados, sem-abrigo, bebés, idosos, violência, cenários de guerra… Orientados pelas palavras do Discípulo Amado, Jo 13, 21-29, os jovens eram convidados a refletir nestas imagens, e quase no final do percurso meditar na sua própria imagem, porque a última “imagem” era um espelho onde cada um se pode ver refletido. Antes da partida para a próxima etapa houve tempo para chá e bolachas e algum descanso para recuperar forças.

Ouviu-se o galo cantar três vezes, todos se aproximaram da Capela, mas para seguir a viagem o grande grupo foi dividido em grupos mais pequenos. Cada grupo era composto por diversas origens e grupos diferentes, ajudou a conhecerem outros jovens e partilhar outras experiências.

A terceira etapa, Valinhas até Igreja de Monte Córdova, iniciou-se com momento de solidão e provação, os jovens deviam caminhar em silêncio completo e afastados um dos outros e sem uso de “tecnologias”. Um animador de cada grupo, depois de algum tempo de silencio, ia dando algumas instruções para reflexão. Uma delas era recolher pelo caminho um objeto que simbolizasse aquela noite, ou aquele momento. Na chegada ao Monte Córdova, cada grupo reuniu em círculo para se apresentar e refletir em conjunto, partilhavam nome, idade, paróquia, vigararia, os gostos e balanço/perspetivas da caminhada. Entrando na Igreja encontravam a imagem de Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe, onde se iniciou a Oração do Terço. Acompanhados pela imagem de Maria o Terço continuo pela quarta etapa até Capela de S. Gonçalo. Além de rezar o terço meditava-se em como cuidamos da Mãe que Jesus nos entregou, “Eis a tua mãe!” (Jo 19, 25-27), como a recebemos em nossa casa? Como a acolhemos?

Ainda na capela de S. Gonçalo foram dadas algumas instruções para a etapa que se seguia. Era a etapa mais longa e a mais difícil também, que terminava no Monte do Pilar. Primeiro cada um deveria juntar-se ao seu grupo original. Em seguida todos deviam acertar o relógio (telemóvel) com o do grupo que animava. Todos sincronizados e de passo acertado até ao encontro com Jesus, no alto do monte, ao amanhecer, na eucaristia. Depois, cada jovem devia programar o despertador para 4 momentos diferentes. No primeiro, celebrar a Alegria, em gestos simples. Dizia o guião distribuído aos jovens, “a alegria dá alegria, … sorrisos multiplicam vontades… cada pequeno gesto tem o potencial de um sonho… Aqui nada se perde, tudo se cria.”, terminava este momento a pedir que cantassem: “E a vida não vai parar vai como o vento… onde Deus te levar”. No segundo momento, “Achas que o mundo era o que é se tu não existisses?”, refletia-se na marca de cada, no exemplo/inspiração que podemos ser para alguém, “és mais importante do pensas” dizia o guião. “Quem quer ir depressa vai sozinho, mas quem quer ir longe, o melhor é irmos juntos!”, o convite era esperar pelo grupo que vinha atrás e começarem a caminhar juntos. O resto da caminhada deviam ir de mãos dadas, todos os elementos do novo grupo formado e em silêncio. No terceiro momento desta etapa, “sal da Terra”, “Consideras-te Sal da Terra? Porquê?”, “O que te falta para fazeres a diferença no mundo?”, eram as perguntas desafiadoras do guião. Refletia-se em silêncio e sozinhos, para depois se partilhar em grupo. O cansaço fazia-se sentir e a noite ia bem longa, mas os jovens continuavam firmes na sua demanda. Ninguém desistia e todos se apoiavam, estavam mesmo a chegar… Ainda antes do fim, um último momento: acender a “luz” das pequenas pulseiras luminosas que tinham sido distribuídas. Observar em silêncio o “rio” de luzes que subia o monte e registar em fotografia. Ser sal e luz e nunca desistir do caminho com e para Jesus.

Depois de todo o grupo se reunir no alto do monte celebrou-se a Eucaristia já com o sol quase quase a espreitar… momento pleno de paz e alegria. Depois das reflexões, do caminho, do sentir Jesus de tantas formas, foi realmente intenso e maravilhoso o nascer do sol, que aos poucos ia iluminando o cenário da Eucaristia. Vivia-se e sentia-se o entusiasmo dos jovens, ainda que cansados, mas todos de coração cheio. As palavras eram de gratidão dos sacerdotes presentes e dos jovens.

Partimos para mais uma Caminhada na Fé, já no próximo dia 1 de junho, na zona Pastoral Sul. Será a terceira das quatro, marca-se, assim, nos passos do Discípulo João, um ano Pastoral da Juventude do Porto, alegre e vivido na fé.

 
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