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Jubileu dos Catequistas. Bispo do Porto agradece “imenso trabalho” e “forte dedicação”


Para D. Manuel Linda “o catequista é testemunha de Cristo e mediador de um encontro personalizado com Ele”. Um encontro que o catequista experimentou e que comunica aos outros com alegria.

 

A celebração jubilar dos catequistas na Diocese do Porto encheu de fiéis a catedral do Porto e a partir da “Igreja-mãe” foram enviados em missão os párocos e dois catequistas de cada paróquia.

 

“Para os tornar como que delegados e encorajarem o mundo da evangelização a celebrar este Jubileu a nível local”, disse o Bispo do Porto.

 

Para uma maior concentração humana futura, D. Manuel Linda marcou encontro com “a peregrinação diocesana a Fátima, a 20 de setembro próximo”. Uma peregrinação para toda a diocese.

 

Na sua homilia, D. Manuel Linda lembrou que esta celebração de envio dos catequistas coincidiu no domingo 30 de março com o Jubileu dos Missionários da Misericórdia, em Roma.

 

“Feliz coincidência! Missionários e catequistas movimentam-se nas mesmas coordenadas eclesiais”, disse D. Manuel Linda lembrando que os missionários, tal como aos catequistas, procuram corresponder ao pedido de terem “a capacidade de sentir o que o outro sente para o compreender e lhe anunciar a boa notícia de que Deus o ama e lhe propõe um estilo de vida à Sua maneira”, disse o Bispo do Porto.

 

“Todo o catequista, a começar pelo pároco, é um verdadeiro e insubstituível missionário da misericórdia”, declarou.

 

Para D. Manuel Linda “o catequista é testemunha de Cristo e mediador de um encontro personalizado com Ele”. Um encontro que o catequista experimentou e que comunica aos outros com alegria.

 

O Bispo do Porto referiu a instituição que “formal e liturgicamente” o Papa Francisco fez do Ministério do Catequista que em breve, sublinhou, deverá instituir em leigos da diocese do Porto.

 

Assinalou a grande responsabilidade dos catequistas na formação de “crianças, adolescentes, jovens e até de adultos”.

 

“Ser catequista é viver na esperança de que os esforços despendidos e o caminho feito pelas e com as crianças deixe marcas nas suas vidas e dê frutos de santidade e de felicidade”, salientou D. Manuel Linda.

 

“Em nome da Diocese, agradeço-vos, de coração, por este imenso trabalho, a forte dedicação”, referiu o bispo do Porto na conclusão da sua homilia alertando para os catequistas não desanimarem.

 

“O catequista não concede lugar ao desânimo, mesmo que, por vezes não veja nascer as sementes plantadas. Mas isso é com Deus. A nós apenas nos compete semear. Então, boa sementeira! E obrigado!”, disse D. Manuel Linda.