Um grupo de participantes no Jubileu dos Reclusos fez caminho, no domingo 16 de março, entre a antiga Cadeia da Relação do Porto no Jardim da Cordoaria até á Igreja de Santa Clara, passando pelo Terreiro da Sé.
Esta peregrinação pela cidade do Porto foi momento de encontro e reflexão que contou com a presença do bispo auxiliar do Porto, D. Roberto Mariz e de muitas pessoas em contacto com a pastoral penitenciária da diocese do Porto.
Na Missa celebrada no final da peregrinação na Igreja de Santa Clara, D. Roberto Mariz afirmou que “não é bom estar na prisão”, nem “ser preso” ou “condenado”, “mas podemos qualificar na bondade esse tempo e esse espaço”.
Na sua homilia, D. Roberto Mariz assinalou o seu desejo de que o tempo passado na prisão seja “um tempo benigno” numa sociedade que constrói esperança “também para os condenados”.